Pular para o conteúdo principal

MANDALA DO TRONO FEMININO DO AMOR - POR EDUARDO DE OXOSSI


A Umbanda Sagrada atua com sete linhas da natureza, cada uma com 2 Orixás, o que nos dá um total de 14 possibilidades de vibrações. Esta magia de mandala é feita no trono feminino do Amor (Oxum) para equilibrar nossas emoções.

Com uma pemba branca faça uma cruz no chão e sobre eles 4 corações deixando a forma geométrica como se fosse um trevo de 4 folhas. Fique de frente para o desenho. No centro coloque uma vela rosa (representando suas emoções). No norte do seu eixo coloque uma vela branca (representando a paz nas emoções), no eixo sul coloque uma vela amarela (representando o valor das suas emoções), no leste coloque uma vela azul clara (representando a profundidade das suas emoções) e no lado oeste coloque uma vela lilás (representando o lado racional das suas emoções). 

Estenda suas mãos e evoque sobre essa mandala o poder dos tronos divinos de Deus, o poder do trono feminino do Amor, o poder de Oxum para que venha equilibrar as suas emoções dando-lhe inteligência emocional, auto-controle, auto-estima e lave seu coração de qualquer emoção que esteja lhe atrapalhando. Essa magia é ótima para fazer no sábado (dia em que o trono do amor de Oxum está mais vibratório), todavia, dependendo da situação, não há contra indicação de fazê-la em outros dias.

Tomei a liberdade de adicionar água com açúcar no centro para completar a mandala, mas também poderia ser água com mel. Que mamãe Oxum venha regar sua vida com felicidades!  

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

NOMES DE ERES NA UMBANDA

INTRODUÇÃO A linha de erês de Umbanda é diferente do Candomblé. O Candomblé segue nações (Ketu, Gêge, Nago) e como tal, sua doutrina antecede a Umbanda (religião criada posteriormente). No Candomblé a linha de crianças é tratada com forte influência e fundamento dos Orixás "Ibejis" e o nome do guia de trabalho geralmente acompanha o Orixá de cabeça do médium, ou seja, para um filho de Oxossi, o erê pode ser chamado de flechinha, para um êre de filha de Oxum, pode ser por exemplo, a erê cachoerinha e assim por diante.  A Umbanda é uma religião 100% brasileira que se utiliza de conceitos de outras religiões como as religiões indígenas, o espiritismo, o catolicismo, etc. Como tal a sua linha de erês é regida fortemente pela figura de Cosme, Damião e Doum.  Podemos ter nomes oriundos do catolicismo (João, Maria, Gustavo, Pedro, Matheus, etc), nomes das religiões indígenas (flechinha, caboclinho do mato, caboclo mirim, etc), de Matriz Africana / Ligada diretamente ao Orixá regente...

MAGIA DE TRANCA RUA DAS ALMAS PARA QUEBRAR DEMANDA

Nas religiões espíritas acreditamos que as contingências a nossa volta são movimentadas por energias (tanto positivas quanto negativas). Estas energias influenciam de certa forma sobre o nosso comportamento, personalidade, hábitos, desejos, motivações, estado de humor e sentimentos de modo geral. Esta energia pode ser atraída como sub produto do seu comportamento e/ou como sub produto do comportamento alheio. Podem ser atraídas e demandadas inocentemente (sem intenção) ou intencionalmente. Independente de ser ao acaso ou merecido, a religião espírita auxilia o consultente, os filhos e as pessoas a atuar com este cenário.  No Kardecismo, por exemplo, as pessoas são geralmente cuidadas com passes e orações. Na Umbanda, além dos passes e orações é comum encontrarmos o uso de velas, banhos, entregas, defumações e semelhantes. No Candomblé o acumulo destas energias do nascimento à morte resultam em “Odús” (singelamente traduzido como “caminhos”), diz-se que as energias atrapalham...

EXU SETE PUNHAIS - POR EDUARDO DE OXOSSI

Por Eduardo de Oxossi  Blog Baiano Juvenal  Cantemos juntos: "Sem Exu não se pode fazer nada... Exu é o homem das 7 encruzilhadas... 7 facas bem cruzadas... em cima de uma mesa... Saravá Sete Facadas, o homem da Magia Negra." A simbologia do punhal O punhal é uma arma branca de uso milenar, com registros que antecedem o período cristão. Caracteriza-se por uma lâmina curta, estreita e cortante, muitas vezes com um cabo em forma de cruz. Durante as guerras medievais, seu uso se intensificou, especialmente no Império Romano, onde complementava o gládio . Com o passar dos séculos, tornou-se uma peça-chave da Europa medieval, acompanhando a espada em combates. No Brasil, a história do punhal sofreu adaptações regionais. No Sul e no sertão, recebeu o nome de estilete , sendo utilizado também como espeto no pampa gaúcho. Junto à adaga e ao sabre, o punhal desempenhou papel importante entre os farroupilhas , sendo usado tanto em batalhas quanto no preparo e no serviço do ch...