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Mostrando postagens de Novembro, 2015

O PODER DAS ERVAS

Em algumas religiões, como a Umbanda, por exemplo, é comum o uso de recursos naturais, entre eles: as ervas. As ervas podem e são empregadas em rituais de defumação, banho, sacudimento, limpeza (Lar, comércio, pessoal, etc), entre outros.  Cada casa tem a sua doutrina e o uso no caso de fitoterapia ou homeopatia deve sempre ser usado com cautela e a consulta de um profissional especialista no assunto. Em nenhuma religião, o tratamento natural substitui o tratamento médico.  No caso da Umbanda, cada casa tem a sua doutrina (consulte um pai de santo de sua confiança). As ervas abaixo foram adquiridas no portal www.lojasdriade.com.br e estão de acordo com a doutrina utilizada no Terreiro Pena Verde, Pena Azul e Caboclo Flecheiro de Aruanda (SP) onde atua o dirigente do blog Baiano Juvenal. 

TRONO DA GERAÇÃO: YEMANJA E OMOLU

YEMANJÁ No Brasil, rainha das águas e mares. Orixá muito respeitada e cultuada é tida como mãe de quase todos os Orixás Iorubanos. Por isso à ela também pertence a fecundidade. É protetora dos pescadores e jangadeiros. Comparada com as outras divindades do panteão africano, Iemanjá é uma figura extremamente simples.  Ela é uma das figuras mais conhecidas nos cultos brasileiros, com o nome sempre bem divulgado pela imprensa, pois suas festas anuais sempre movimentam um grande número de iniciados e simpatizantes, tanto da Umbanda como do Candomblé. Pelo sincretismo, porém, muita água rolou. Os jesuítas portugueses, tentando forçar a aculturação dos africanos e a aceitação, por parte deles, dos rituais e mitos católicos, procuraram fazer casamentos entre santos cristãos e Orixás africanos, buscando pontos em comum nos mitos. Para Iemanjá foi reservado o lugar de Nossa Senhora, sendo, então, artificialmente mais importante que as outras divindades femininas, o que

TRONO DA EVOLUÇÃO: OBALUAÊ E NANÃ

O Trono da evolução na Umbanda é gerido por Obaluaê no polo positivo (No sincretismo, São Lazaro, santo conhecido por ter voltado dos mortos) e por Nanã Buruquê no polo negativo (No sincretismo religioso, Sant'Anna). Obaluaê rege a transição, a transformação, a saúde, a doença, a peste, em alguns sincretismos religiosos a caixa de pandora (que guarda inúmeros mistérios, entre eles doenças) estaria associado ao mistério deste Orixá. No Candomblé ele é a versão nova de um Orixá enquanto Omolu seria sua versão envelhecida (semelhante a Oxaguiã x Oxalufã).   Para Umbanda (que tem sua base muito mais forte no fundamento histórico católico) Omolu e Obaluaê são orixás diferentes. Obaluaê faz dupla com Nanã no trono da evolução enquanto Omolu faz dupla com Yemanjá no trono da geração. Tanto Nanã quanto Obaluaê cuidam da evolução, sendo Obaluaê no sentido próprio da palavra (Transmutação) e Nanã na experiência, no envelhecimento. Tudo que é vivo segue um ciclo natural, ou s